Segundo CEO Robson Gimenes, instituição conta com modelo de atendimento próximo e soluções moldadas ao dia a dia do empreendedor enquanto o setor vive incertezas e reclamações crescentes
A relação entre pequenos e médios empreendedores e o sistema financeiro vive um momento de desgaste. Tarifas pouco transparentes, produtos padronizados e um atendimento distante têm ampliado a sensação de que as soluções oferecidas pelos grandes bancos não acompanham a realidade de quem empreende no Brasil. Nesse cenário, a Shield Bank cresce ao defender uma lógica oposta de proximidade, personalização e transparência.
Fundada com a ambição de transformar a forma como o empreendedor lida com seu dinheiro, a empresa surgiu da indignação com práticas consideradas engessadas no sistema bancário tradicional. A proposta é ser diferente. Segundo o CEO da Shield Bank, Robson Gimenes, a empresa atua como intermediadora de pagamentos e desenvolve soluções sob medida para negócios de todos os portes, com foco em dores reais do dia a dia.
O discurso encontra respaldo na prática. Enquanto bancos tradicionais enfrentam níveis recordes de reclamações sobre atendimento e falhas operacionais, o segmento de fintechs e instituições de pagamento cresce acima de 20% ao ano no Brasil, segundo dados públicos do Banco Central. A expansão é puxada exatamente por modelos que colocam o cliente no centro e constroem serviços moldados às operações de cada empresa.
Nesse ambiente, a Shield se posiciona como uma parceira estratégica para quem precisa navegar entre custos crescentes, carga tributária elevada e incertezas trazidas pela reforma tributária. A empresa sustenta que o empreendedor brasileiro vive uma rotina que exige malabarismo com fluxo de caixa instável, dificuldade de acesso a crédito, exposição da marca, gestão de pessoas e baixa educação financeira, um gargalo histórico da economia nacional.
Para Robson, o problema começa na formação. A maioria das carreiras não inclui preparo para lidar com controle financeiro e tomada de decisão estratégica. No susto, muitos empresários acabam se adaptando sozinhos, tentando sobreviver em meio à burocracia e à falta de orientação. A Shield afirma que nasceu justamente para reduzir essas dores, oferecendo suporte onde a pressão é maior, no bolso e na operação diária.
A estratégia combina produtos tecnológicos com um atendimento considerado o ponto de maior diferenciação da empresa. A equipe é treinada para atuar de forma consultiva, direta e transparente, buscando compreender o cotidiano do cliente antes de sugerir qualquer solução. A proximidade é tratada como metodologia, não como detalhe.
A estrutura de serviços inclui maquininha de cartão, conta de pagamentos com fluxo personalizado de repasses, rendimentos fixos com garantia de recebíveis e ferramentas pensadas para melhorar a previsibilidade financeira dos usuários. Todas as ofertas seguem os regulamentos do Banco Central e normas de segurança aplicadas ao setor de pagamentos.
Além disso, nos últimos anos, a Shield tem ampliado sua presença em hubs de empreendedorismo e eventos corporativos, reforçando o posicionamento de instituição que quer diminuir a distância entre o financeiro e a vida real de quem empreende. Em um momento em que o país discute as mudanças da nova reforma tributária e o impacto direto sobre micro e pequenas empresas, a empresa aposta que soluções adaptáveis e consultoria contínua serão fatores determinantes para atravessar o próximo ciclo econômico.
Para Robson, a empresa não se define como revolucionária. O foco está menos em reinventar o mercado e mais em reconstruir a confiança do empreendedor em serviços financeiros. A Shield defende que seu diferencial está em fazer o básico com excelência. Entender necessidades, simplificar processos e dar respostas rápidas. No centro disso tudo, uma ideia que acompanha seu crescimento desde o início, transformar empreendedores em empresários preparados.














